Avanços cirúrgicos e próteses mais duráveis transformam o cenário da artrose e ampliam a qualidade de vida na terceira idade
O aumento da longevidade e a maior incidência de artrose elevaram o número de brasileiros que recebem indicação para prótese de quadril. No mundo, mais de 1 milhão de artroplastias totais são realizadas por ano. No Brasil, embora não haja um dado isolado apenas sobre o quadril, entre 2012 e 2023 foram registradas 280.903 artroplastias de quadril e joelho, enquanto cerca de 8,3 mil pessoas aguardavam na fila do Sistema Único de Saúde exclusivamente para a artroplastia de quadril. Ainda segundo o SUS, cada reconstrução de quadril custa R$ 8.411,39. Mesmo diante das dúvidas que ainda cercam o tema, os avanços cirúrgicos e as próteses de nova geração tornaram o procedimento mais seguro e eficiente. Atualmente, mais de 95% dos pacientes relatam alívio significativo da dor e melhora da mobilidade.
Com o aumento da longevidade e o avanço dos casos de artrose, cresce o número de brasileiros que recebem indicação para a prótese de quadril. O tema, ainda cercado de dúvidas e receios, ganha novas perspectivas com as próteses de longa duração e as técnicas cirúrgicas menos invasivas. Hoje, a artroplastia de quadril está entre os procedimentos com maior índice de satisfação: mais de 95% dos pacientes relatam alívio da dor e recuperação da mobilidade.
De acordo com o ortopedista e especialista em cirurgia do quadril, Dr. Guilherme Falótico (CRM 128925), formado pela Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, onde também é professor adjunto, entender o processo antes da cirurgia é essencial para uma recuperação segura e confiante. “Receber a indicação de uma prótese de quadril costuma gerar uma mistura de alívio e apreensão. Por isso, é fundamental que o paciente participe ativamente das decisões sobre o tratamento e saiba o que esperar de cada etapa”, orienta o médico.
A principal causa da indicação é a artrose avançada, que provoca dor persistente, limitação funcional e perda de qualidade de vida. Nesses casos, a cirurgia oferece resultados altamente positivos. “As próteses modernas podem durar até 30 anos e permitem que o paciente volte a realizar atividades simples, como caminhar, dirigir e praticar esportes leves”, explica o especialista.
Segundo o Dr. Guilherme, o preparo para a cirurgia começa antes mesmo da internação. “Fortalecer a musculatura, controlar o peso e adaptar o ambiente doméstico são medidas que reduzem complicações e aceleram o retorno à rotina”, reforça.
Os avanços na ortopedia também trouxeram mais segurança ao procedimento. Hoje, a maioria dos pacientes tem alta em até três dias, inicia a fisioterapia logo após a cirurgia e retoma as atividades diárias em poucas semanas. “O medo de ficar mancando ou de que a prótese solte é cada vez mais raro com as técnicas atuais. O importante é seguir o plano médico e manter o acompanhamento regular”, afirma o ortopedista.
A indicação da prótese, portanto, não representa o fim, mas o início de uma nova fase. “Quando bem-informados e preparados, os pacientes encaram a cirurgia com mais tranquilidade e colhem resultados muito melhores. A decisão informada é sempre a melhor decisão”, conclui o Dr. Guilherme Falótico.
SOBRE O AUTOR
Dr. Guilherme Falótico é Ortopedista Especialista em Cirurgia do Quadril – CRM 128925. Formado pela Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, onde é professor adjunto. Mestre e doutor em Ciências, com Fellowship no Rothman Institute (EUA), referência mundial em cirurgia do quadril. É certificado em cirurgia robótica (Robô Mako) e membro da SBOT e SBQ.
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